CRIS MIRANDA

Artista visual nascida no Rio de Janeiro, Cristiana Miranda realizou diversos filmes experimentais exibidos em Festivais Internacionais de Cinema no Brasil, França, Espanha, EUA, Austrália, Argentina, México e Colômbia. Foi curadora da Mostra do Filme, no Rio de Janeiro, no ano de 2013, das sessões de filmes experimentais do Festival Cine Música, em Conservatória, em 2013 e 2012, júri do Festival International Signes de Nuit, em Paris, em 2013 e curadora/organizadora da Mostra de filmes experimentais Brasil França, Cinema e Poesia uma navegação entre névoas e sonhos, realizada na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro MAM/RJ, em 2013. Em 2015 organizou a primeira edição do DOBRA Festival Internacional de Cinema Experimental, primeiro festival de cinema especialmente voltado para a exibição de filmes experimentais e obras fílmicas expandidas da cidade do Rio de Janeiro. É professora do curso de Fotografia e Cinema da Universidade Estácio de Sá e aluna do doutorado no Programa de Pós Graduação do Instituto de Artes da UERJ, com pesquisa voltada para o cinema experimental e a memória da cidade do Rio de Janeiro.

 

16.04  I  sábado  I  17:30hs  I  Cinema do CIC 

contraponto
contraponto

contraponto
contraponto

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Contraponto
I BRA I 3' I 16mm dupla projeção
 
"Uma síntese entre duas experiências temporais opostas. Meditações sobre a tirania e a volatilidade do tempo".


 

Vermelha é a luz do freio
Vermelha é a luz do freio

Vermelha é a luz do freio
Vermelha é a luz do freio

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Vermelha é a luz do freio
2013 I BRA I 6'44" I 16mm 
 
"Pequenos gestos de uma longa despedida".
 
MAÇA COM SABOR DE GASOLINA
MAÇA COM SABOR DE GASOLINA

MAÇA COM SABOR DE GASOLINA
MAÇA COM SABOR DE GASOLINA

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Maçã com sabor de gasolina
2012 I BRA I 12'57" I 16mm 
 
"Não se pode esconder a alma".

 

Para limpar lágrimas, Paulo Leminski
Para limpar lágrimas, Paulo Leminski

Para limpar lágrimas, Paulo Leminski
Para limpar lágrimas, Paulo Leminski

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Para limpar lágrimas, Paulo Leminski
2008 I BRA I 10'07" I 16mm 

 

"A poesia de Paulo Leminski do ponto de vista de quem vê de dentro de um diamante, uma orquestração de relâmpagos, um poema de amor".